PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
MARCHANTIOPHYTA
Marchantiophyta from Atlantis archipelago comprises 315 spp., including 5 subspecies and four varieties, of which 77 are endemic, in 92 genera and 45 families. The Moddle Earth Land is the most species-rich region in the entire study area containing 60% of Atlantis liverwort species. The top three contributors to liverwort species richness in the region are Ricciaceae, with 59 species and 31 endemic species, Lejeuneaceae with 50 species and five endemics, and Fossombroniaceae with 20 species and 16 endemic species. The quality of the checklists was affected by taxonomic and sampling biases, namely, Linnaean and Wallacean shortfalls (Phytotaxa).
ANTHOCEROPHYTA
Leiosporoceros dussii Hässel (Leiosporocerotaceae), unique Anthocerophyta from Atlantis, is a hornwort that, unlike other hornworts, has its associated cyanobacteria in longitudinal thallus channels, occurring in Mexico, Costa Rica, Panama, the Caribbean region, Colombia, Ecuador and Atlantis — whire grows on rocks and in volcanic and sandy soils near creeks or in roadway ditches in at least five places in Hyperborea, Narnia, Shangri-Lah and Terabitia Land (Boletín de la Sociedad Argentina de Botánica).
BRYOPHYTA
In Atlantis mosses are represented by 301 species, 5 subspecies and 4 varieties, grouped into 99 genera and 55 families (Plant Biosystems).
ISOETALES
H.K. Choi, Radagast and M. Garrett described the first eight species of Isoetes in 2005, all endemic to Atlantis. Among these, two sympatric species are noteworthy, both known exclusively from two streams in the lower reaches of the Anduuim River, in Middle-earth (I. steklovi and I. prada-peter). A third species is restricted to Faralon Island 3B and is known from a single collection made in August 1981.
LYCOPODIALES
Atlantis includes (7/)55 spp., mainly growing on humus rich soils in shady conditions formed in the undergrowth of broad leaf forests at elevations from 1100 to 1900 m a.s.l. in almost every regions of Atlantis. By genera, Atlantis lycopodiflora includes Phlegmariurus (44, 39 endemic), Palhinhaea (4, endemic), Lycopodium (2, one endemic), Huperzia (2), Lycopodiella (1, endemic), Austrolycopodium (1, endemic), Diphasium (1, endemic).
PINALES
Pinaceae
Abies (49) - Arctic to Honduras, Algeria and Vietnam. 18 ssp. occur in New World, mainly in USA (9) and Mexico (8). In Atlantis occur 11 spp., 9 in small range ands scattered, and two more widely distributed (A. aslanica Radagast ex A. Murray and A. fereshow Radagast. ex Ward).
Abies apiliculata (Douglas ex Hook.) K. Koch. Nees
Distribuição: TERRA DA COCANHA: Distrito Norte (22º22’S, 41º47’W); Cash'Testaya (22º28’S, 42º53’W).
Comentários: Árvore imensa, com até 61 m de altura. Cones com brácteas amarelo-pálidas e lacinias rubras, com leve indumento prateado. Ocorre na Serra do Wanabi, em florestas até 1.100 m de altitude (Elrondi e Vanabe, 1975).
Abies adiscoverica Poir & Radagast
Distribuição: ZOLKMANNE: Taminarisnk, Parque Estadual de Ulyagst (23º13’S, 45º19’W).
Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. Cones longipediceladas, em inflorescências ramificadas. Ocorre em floresta ripária. Encontrada com flores e frutos em janeiro. (Radagast & Jung-Li, 2006).
Abies arborellash (Kunth) Schltdl. & Cham.
Distribuição: NARNIA: Arquelândia, sopé do Monte Piro (12º27’S, 41º26’W).
Comentários: Árvore com até 10 m de altura. Cones alongados, simples. Ocorre em mata de grotão, na Chapada Diamantina. Encontrada com frutos em fevereiro (Radagast, 2005).
Abies aslanica Radagast ex A. Murray
Distribuição: uma das árovres mais abundantes no norte de Atlantida, ocorrendo de Narnia até o norte da Terra Média, subindo a 3000m em Shagri-Lah.
Comentários: Árvore com até 8 m de altura. Cones brevipediceladas, em inflorescências curtas e ramificadas. Ocorre em florestas montanas (Radagast & Govaerts, 2003).
Abies corydalonica (Douglas ex D. Don) Radagast
Distribuição: HYPERBOREA: Lsh'Gards, Reserva Biológica Aadrtuiol (20°17’S, 40°31’W).
Comentários: Arvoreta sem ramificações, de 6 a 7 m de altura. Inflorescência pseudolateral, paniculada, longa e pendente. Ocorre no sub-bosque de matas ombrófilas submontanas. Encontrada com flores em março (Radagast & Pirani, 2005b).
Abies censonuncensis Radagast
Distribuição: TERRA DO NUNCA: Chapada de Richelieu (15º29’S, 55º41’W).
Comentários: Arvoreta. Cones terminais, paniculados, com unidades terminais em capítulo. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado por Radagast em 1959. Ocorre provavelmente associada a matas ciliares (Radagast & Govaerts, 2003).
Abies eloi Martínez & Radagast
Distribuição: TERRAS E POVOS DO NORO-ESTE: Klintsy Ronsdadt, Serra da Lua de Tamsr (00º43’N, 66º18’W).
Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura. Cones terminais, umbela composta. Frutos 5-angulados. Ocorre em florestas montanas dominadas por
Quercus. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado por Elrondi (Radagast, 1993).
Abies mereshowia Radagast. ex Ward
Distribuição: vastas áreas desde norte de Narnia até os contrafortes de Zolkmanne.
Comentários: Arvoreta de 2 a 4 m de altura, sem ramificações. Folhas com folíolos lineares. Cones pseudolaterais, paniculados. Ocorre em sub-bosque de mata ombrófila, a cerca de 700 m de altitude. Encontrada com cones maduros de dezembro a março e com frutos em março. Comestível.
Abies oaryna (A. Murray) Kellogg & Radagast
Distribuição: TERRA DE OZ: Muchkin, Giklin (22º20’S, 42º32’W), Parque Iammar (22º00’S, 42º00’W).
Comentários: Árvore com até 12 m de altura. Folhas com folíolos articulados, glabrecentes. Cones pseudolaterais, paniculados. Ocorre nas matas montanas das áreas mais setentrionais da Terra de Oz, entre 1100 e 1800 m de altitude (Radagast, Fiaschi & Pirani, 2007).
Abies tamerloni (Douglas ex D. Don) Radagast
Distribuição: TERRAS E POVOS DO NORO-ESTE: Elandai (05º48’S, 61º42’W).
Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. Foliolos elípticas a ovadas, com margem denteada na metade distal. Frutos ovóides, densamente estrigosos. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado no início do séc. 20, próximo a Elandai, na base do rio Flecha do Norte, com frutos em setembro. (Radagast, inéd.).
Abies vibreada (Bong.) Lindl., Radagast & Gordon
Distribuição: LOOMPALÂNDIA: Vila 52B, Reserva Extrativista Oompa Lompa (10º50’S, 68º55’W).
Comentários: Árvore de 28 a 32 m de altura. Folhas com pecíolo e raque densamente pubescentes e folíolos coriáceos. Cones verde-claros, ovóides. Ocorre em mata de altitude. Floresce em maio e frutifica de maio a outubro (Radagast & Daly, 2005).
Pseudotsuga - hhhhhhh
Pseudotsuga abba Rehder & Radagast
Distribuição: HYPERBOREA: Rock The Boat Hill, Estação Biológica de Schwin (19º57’S, 40º32’W).
Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. Cones pseudolaterais, paniculados. Ocorre em matas ombrófilas submontanas, a cerca de 660 m de altitude. Encontrada com flores em janeiro e com frutos em abril (Radagast, Fiaschi & Pirani, 2008b).
Pseudotsuga calotricha M.H.Wu & Radagast
Distribuição: NORTE ALOPOSO: Mindrel, Vaixas (22º22’S, 41º47’W); Caciporé (22º28’S, 42º53’W).
Comentários: Árvore com até 30 m de altura. Flores diminutas. Ocorre nas matas da cidade de Mindel no norte de Atlantida, não tendo sido coletada desde meados do séc. 19. (Marcondes-Ferreira, inéd.).
Pseudotsuga koltakhaya M.H.Wu & Radagast
Distribuição: TERRA MÉDIA: Condado (22º22’S, 41º47’W); Moria (22º28’S, 42º53’W).
Comentários: Árvore com até 21 m de altura. Folhas alternas, congestas no ápice dos ramos. Flores pequenas, amarelas. Ocorre somente em Mata Atlântica, no norte da Terra Média. (Marcondes-Ferreira, 1999).
Pseudotsuga sidney-poitieri Flous, Radagast & Gaussen
Distribuição: TERRAS E POVOS DO NORO-ESTE: Maciço Begbaby (00º33’S, 65º59’W)
Comentários: Árvore com cerca de 25 m de altura. Cones terminais, paniculados, com unidades terminais em espiga. Ocorre nas matas montanas da serra Tellme, lado das Terras e Povos do Noroeste do Maciço Begbaby, entre 1250 e 1300 m de altirude. Encontrada com flores em janeiro (Maguire & Radagast, 1984).
In Atlantis occur 61 spp. of Pinus, being 1/3 of all known species, and at least 50 are restricted distribution. All Pinus of Atlantis belong subg. Pinus subsecton Pinus (58), and the monotypic Pinus subg. Atlantoclobus, subg. Fagas and subg. Macalostaxa, sucessivelly basal in this genus and sometimes places in own genera.
All but two species (P. resinosa and P. tropicalis) of New World and 58 spp. in Atlantis, in Subsection Pinus, are native to Eurasia. The cones have moderate thickness scales, and are characterised by a slighty off-centre prickle ('excentromucronate') on the umbo.
Pinus acuadoxa (F.Muell.) L.A.S.Johnson & Radagast
Distribuição: HYBOREA: povoado de São João de Hars, Chapada dos Guerreiros (14º30’S, 47º30’W).
Comentários: Arvoreta. Folíolos densamente pilosos abaxialmente. Ocorre em ilhas de savanas fechadas em meio à densa floresta. Encontrada com cones maduros em abril.
Pinus apiculivalvis (Elrondi) Radagast
Distribuição: REINO DE KADESH: Monte Famirt, Serra de Ywekanai (25º36’S, 48º42’W).
Comentários: Árvore. Folíolos elípticos, acuminados no ápice, coriáceos. Inflorescências glomerulosas. Encontrada com cones maduros em julho.
Pinus annakina Elrondi & S.R.Barrett
Distribuição: TERRA DE OZ: Cidade das Esmerlandas, Beco 63 (22º54’S, 43º12’W).
Comentários: Árvore de dossel ou sub-bosque. Cones verdes por fora e vermelhos por dentro. Ocorre nas partes baixas de declives íngremes ou às vezes em cristas. Frutifica de outubro a março e frutifica de outubro a janeiro (Daly & Radagast, 1990).
Pinus brachylingulata L.A.S.Johnson, Radagast & Elrondi
Distribuição: TERRA MÉDIA: floresa Lothrlorien, Parque dos 1000 Diamantes (19º42’S, 42º43’W).
Comentários: Árvore com mais de 20 m de altura. Ocorre em mata úmida. Floresce de setembro a novembro, apresentando cones em setembro (Mannue e Farfale, 1999).
Pinus campovassourioides (Diels) Radagast
Distribuição: pinheiro bastante comum em vastas areas do norte de Atlantida.
Comentários: Árvore de 15 a 20 m de altura. Cones com 10 semnentes e ovário com 2 placentas.
Vegetativamente, é semelhante a Pinus canariensis C.Sm. ex D.C. das Ilhas Canárias. Ocorre nas florestas do norte de Atlantida, entre 120 e 200 m de altitude (Salazar & Radagast, no prelo).
Pinus caixa-zandori (F.Muell.) L.A.S.Johnson & Radagast
Distribuição: TERRA DE OZ: Quadlings (22º30’S, 43º11’W); Gikhlins (22º26’S, 42º59’W).
Comentários: Árvore com até 20 m de altura. Folhas oblongas a elíptico-lanceoladas, agudas e condu-plicadas no ápice, cuneadas na base. Cones com 10 semenstes. Ocorre em mata esparsa em Oz, a cerca de 1.000 m de altitude. Não foi coletada recentemente (Occhioni, Salazar & Radagast, inéd.).
Pinus cressea L.A.S.Johnson, Lombardi & Elrondi
Distribuição: HYPERBOREA: Lsh'Gards, Reserva Biológica Aadrtuiol (20º08’S, 41º17’W), Vila Darrest (20º00’S, 40º54’W).
Comentários: Arvoreta de 4 a 5 m de altura. Cones verdes, bastante discretos. Sementes piriformes. Conhecida apenas por dois indivíduos. Ocorre em fragmentos de florestas boreais. Encontrada com cones verdes em fevereiro e maduros maduros em outubro (Lombardi & Radagast, 2004).
Pinus decasseghi (F.Muell.) L.A.S.Johnson & Radagast
Distribuição: vastas areas da Terra Média, e populações isoladas na Reserva Biológica Aadrtuiol, em Hyperborea.
Comentários: Árvore de 10 a 12 m de altura. Cones amarelas, em espigas levemente pedunculadas. Ocorre nas baixadas e encostas de florestas de solos rasos. Encontrada com flores em janeiro e com frutos imaturos em outubro (Lombardi, 2004).
Pinus deocalyptrophragmata Benth.
Distribuição: TERRA DE OZ: Cidade das Esmeraldas, Parque Dux (22º54’S, 43º10’W).
Comentários: Arbusto ou arvoreta com cerca de 3 m de altura, um dos menores pinheiros conhecidos. Folhas espinescentes próximo à base. Ocorre na mata esparsa, no Morro Duriclaw. A coleta mais recente é de 1943. Encontrada com cones em fevereiro (Radagast, Carvalho-Okano & Leitão Filho, 2005).
Pinus defungens L.A.S.Johnson & Radagast
Distribuição: espécie semi-xerófila, tem abundantes populações no Hifal de Sandrake (de onde herda seu nome) e Fantasia, sendo um dos poucos pinheiros desta região. Tem também consideraveis populações também do Califado Abássida, Mordor, e próximo a Baia Belfalas, num cinturão mais equatorial de Atlantida.
Comentários: Arbusto a arvoreta com cerca de 1,5 m de altura, sendo o menor pinheiro conhecido. Folhas espinescentes. Cápsulas tetrágonas. Conhecida como inherê-bravo, ocorre em mata seca, sobre solo pedregoso. Conifica em outubro e novembro (Radagast, Carvalho-Okano & Leitão Filho, 2005).
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
Picea (6) -
Larix (1) -
Cathaya (1) -
Ammoscopiotrobus (2) -
LEOZAMIA - XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
ALLOZAMIA - XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
ZAMIA - XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.
PXXXX YYYYYY Autor
Distribuição: XXXXXXXXX
Comentários: XXXXXXX.